Estou lendo o livro “As conexões ocultas” de Fritjof Capra e encontrei em um capítulo definições interessantes sobre relações de poder e o motivo que elas acontecem. Capra cita Kenetth Galbraith que afirma o poder como algo malígno mas também como inevitável a sociedade moderna e nada mais é do que a submissão de um ser humano a vontade de outro ser humano. Todos temos nossos interesses e o que é bom para um pode não ser bom para outro e as relações de poder ocorrem como um meio de resolução de conflitos. Na faculdade de administração não estudei muito sobre relações de poder, esse assunto é tratado em nossa sociedade como algo feio, porém como empresário e estudioso de administração sempre senti necessidade de aprender mais e acabei lendo lendo alguns livros a respeito. Um desses livros foi o “Síndrome do Macho Alfa“, que acabei não terminando a leitura devido as várias atividades que estava fazendo na época.
Peter Drucker e Linux
Novembro 30, 2008Eu estava buscando bibliografia sobre ‘Colaboração’ e encontrei o livro “The Definitive Drucker”, que é um livro baseado em entrevistas que a autora Elizabeth Haas Edersheim fez com Peter Drucker, falecido em 2005 e considerado por muitos como o pai da administração moderna. Neste livro encontrei um parágrafo sobre o que Drucker pensa sobre o sistema operacional Linux.
Segue abaixo uma tradução livre do que li nesses parágrafos:
“No mundo da alta tecnologia, o exemplo clássico de colaboração é o Linux, um sistema operacional de código aberto. Esse sistema está revolucionando a maneira com que software é feita e emergiu graças a um poderoso modelo de colaboração descentralizada. O sistema operacional Linux foi codificado por milhares de voluntários no mundo todo, unidos pelo desejo de fazer o Linux cada vez melhor e fazer deste sistema uma força da computação que não pode ser parada.”
Encontrei o livro no Google Books, algumas páginas estão disponiveis para visualização e isso inclui a página sobre o Linux:
The Definitive Drucker
Eliminação de restrições e a Cauda Longa
Novembro 29, 2008Neste post eu comparo a estratégia de eliminação de restrições como meio de crescimento de uma empresa com a Cauda Longa. Esse é mais um pedaço da minha monografia e o texto foi adaptado para o blog:
Segundo Stalk, Pecaut e Burnett (2000) as restrições são imposições que as empresas fazem aos clientes devido suas próprias práticas ou limitações operacionais, por exemplo hotéis que restringem o horário em que os clientes podem fazer o check-in. O cliente tem que se submeter a essa restrição imposta pelo setor hoteleiro e normalmente se submetem pois eles partem da premissa de que o setor deve estar certo e aceitam a restrição. Neste sentido existem oportunidades de crescimento justamente na eliminação dessas restrições, nem todos os clientes aceitam os produtos e serviços da maneira como são oferecidos, pois não atendem plenamente suas necessidades, e provavelmente tem comportamentos compensatórios. A chave é procurar, entender e usar a favor da empresa esses comportamentos compensatórios.
Competitividade na internet
Novembro 29, 2008Rascunho de um capítulo sobre competitividade na internet para uma monografia que escrevi:
Porter (2003) não vê a internet como uma benção mas como um meio que potencializa a competitividade. Neste ambiente as tradicionais regras de estratégias não podem ser esquecidas pois capacidade para empresas estabelecerem vantagens operacionais que possam ser sustentadas é reduzida. Porém ainda existe razões para otimismo pois esse mercado ainda prove mais oportunidades para as empresas estabelecerem posicionamento estratégico distinto em comparação as empresas de tecnologia da informação de gerações passadas.
A Cauda Longa
Novembro 29, 2008Em um referencial teórico de uma monografia que fiz recentemente escrevi sobre a Cauda Longa. Segue abaixo uma adaptação do meu texto para este blog:
A teoria da Cauda Longa originou-se em um artigo escrito por Chris Anderson (2004) para a revista Wired e, após isso, ele escreveu um livro intitulado “A Cauda Longa – do mercado de massa para o mercado de nicho” (2006). A premissa da teoria é que a cultura e economia estão mudando o foco do consumo e criação de produtos de grande sucesso, também chamados de hits, para a criação de produtos e serviços que atendam uma grande quantidade de nichos, quebrando o paradigma da regra de Pareto, também conhecida como regra dos 80/20, na qual 20% dos produtos correspondem a 80% da receita (ANDERSON,2006). Essa estratégia de vender uma grande quantidade de itens únicos em uma quantidade relativamente pequena é um modelo de negócios usados por empresas de grande sucesso como Amazon.com e Netflix.
Chapeuzinho Vermelho na aula de Marketing
Julho 1, 2008Quando fiz a disciplina de Marketing I na faculdade na primeira aula o professor pediu que falássemos palavras que acreditamos ter a ver com Marketing. Nesse brainstorm toda a turma falou 50 e poucas palavras que foram escritas no quadro. Após discutirmos um pouco sobre a matéria ele pediu como trabalho para aula seguinte um texto usando pelo menos 20 das palavras. Um aluno questionou se o texto deveria ser necessariamente sobre marketing. Prontamente o professor respondeu: “Você não vai conseguir escrever um texto sobre o Chapeuzinho Vermelho com essas palavras”.
Decidi então que eu escreveria sim um texto sobre o Chapeuzinho Vermelho usando as palavras:

Escrito por deivisonelias 
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